terça-feira, 24 de outubro de 2017

OUTUBRO 17, MAIS FOTOS DE VIAGEM

FORA, CZAR!

(trono esvaziado há cem anos
pelos bolcheviques)

STOP
(não repetir como farsa)
Mulher de vestido vermelho
São Petersburgo, Rússia


 
Dois trabalhadores restauram coluna em frente igreja ortodoxa


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

1917 - fotos de viagem

De três blogs que ainda mantemos nas nuvens, este é o mais indicado para expor umas fotos e, depois, algumas legendas comentadas. São cenas e pessoas de uma longamente sonhada viagem a alguns países distantes e à história recente. Em agosto deste outro ano 17.


A maquete do impressionante monumento de Tatlin
para a Terceira Internacional (1919-20)
 
 
 
A sonhada  e rara convivência de vanguardas,
nas artes e na revolução
(cartaz de propaganda)
 
 
Novas campanhas da pop art
 




Tudo isso e de graça
no Moderna Museet
Estocolomo, Suécia
 
(Gracias!) 
 
Nossa pequena retribuição à cidade:

Nobel da chuva
 

GOGÓ DE SOLA




“Outro que saiu da modorra foi o João-Grande. Modorra só, que quase não dormia.

João-Grande era um jaburu solitário, cheio de manias, filósofo. E sistemático: gostava só daquela lagoa, habitada de traíras e carás. Não mudava de ponto, meio escondido na moita de capim-bengo, pés atolados no barro preto. Passava dia e noite fingindo de morto, dormitando de ôlho sôrna, mas pregado na rasoura da lagoa. E nada lerdo nas bicadas: desenrolava o pescoço, que nem bote de cobra, e não errava peixe. Filósofo mesmo, que pouco se lhe dava o espernear nem as dentadas das traíras já de dentro da capanga da papada. Um cínico, o perna-longa – apesar do jeito sensaborão, sisudo e intratável.”
(Mário Palméiro, Vila dos Confins, J. Olympio, décima edição, p. 70)


terça-feira, 18 de julho de 2017


2017 - (#provadevida)
 
 

 

 

FILOSOFIAS DA VIDA. 
 
Quanto tempo queremos viver? É bom viver muito? Aqui está uma tabela para animar os calouros da filosofia. Não se trata de medir QI e nem saber se você joga xadrez ou sabe falar de vinhos. O importante é viver muito. E aqui cada um pode se situar em relação aos filósofos que já partiram desta. O número à esquerda indica o quanto a figura viveu. A cada ano – se Deus lhe der vida e saúde – movimente uma casa para diante.

 

Km 61. O filósofo do cerrado, que não inventou algo tão importante quanto o teste Voight-Kampff, está em 2017 entre Hegel e Wittgenstein. E já de olho em Ari dos Teles... Marcação cerrada. Boas companhias, não?

 

Faça sua própria classificação. Veja como está seu ranking. Não custa nada. E não é o tipo de mensagem que precise passar adiante. Importante é manter-se vivo e tentar chegar aos 103 anos. Para isso, não precisa ser arquiteto de JK, mas sem dúvida a receita passa pela combinação de verdad y método.

 

 

...

29 NOVALIS – Georg Philipp Friedrich von Hardenberg (1772 - 1801)

38 LURIA, Isaac  (1534 - 1572)

40 LASK, Emil [1875-1915]

42 KIERKEGAARD, Søren Aabye - (1813 —1855)

46 BAUDELAIRE, Charles. [1821- 1867]

48 BENJAMIN, Walter [1892-1940)

49 AUSTIN - (Lancaster, 1911 - Oxford,  1960)

52 FICHTE, Johann Gottlieb [1762-1814]

53 MERLEAU-PONTY, MAURICE (1908 - 1961)

54 DESCARTES, René (1596 - 1650)

56 NIETZSCHE, Friedrich Wilhelm (1844 – 1900)

56 SAUSSURE, Ferdinand de: (1857 - 1913)

56 WEBER, Max [1864-1920]

56 ALIGHIERI, Dante: (Florença, 1265 — Ravena, 1321)

58 FOUCAULT, Paul Michel (1926. – 1984)

58 MAQUIAVEL, Nicolau [Niccolò Machiavelli] (1469 – 1527)

59 HERDER, Johann Gottfried von (1744 - 1803)

59 DURKHEIM, Emile. [1858-1917]

60 SIMMEL, Georg (1858-1918)

61 HEGEL, Georg Wilhelm Friedrich [1770 – 1831]

 è 61 FILÓSOFO DO CERRADO (so far so good…)

62 WITTGENSTEIN, Ludwig Joseph Johann - (1889 —1951)

62 ARISTOTELES (Estagira, na Calcídica 384 a.C. - 322 a.C.)

63 ADORNO, Theodor (1903 – 1969)

63 HESS, Moses (1812-1875):

63 MANDEVILLE, Bernard de (1670 – 1733)

65 BARTHES, Roland (1915 — 1980)

65 BATAILLE, Georges (1897 – 1962)

65 SAINT-SIMON, Conde de, ou Claude-Henri de Rourroy - (1760 —1825)

66 KOJÈVE, ALEXANDRE (1902 - 1968)

68 HUMBOLDT, Friedrich Wilhelm Christian Karl Ferdinand (1767- 1835)

68 MEAD, George Herbert [1863-1931]

69 MAIMÔNIDES, Moisés: (1135-1204)

70 BRETON, Andre – (1896 – 1966)

70 LEIBNIZ, Gottfried (1646 - 1716)

71 LUHMANN, Niklas (1927 —1998)

72 BOURDIEU, Pierre: (1930 —2002)

72 SCHOPENHAUER, Arthur (1788 – 1860)

73 BAUER, Bruno (1809-1882)

73 HOLDERLIN – Johann Christian Friedrich (1770 – 1843)

73 KOSELLECK, Reinhardt [1923 – 2006]

74 DERRIDA, Jacques (1930 —2004)

74 KUHN, Thomas Samuel: (1922 – 1996)

74 LYOTARD, Jean Francois: (1924 —1998)

75 CASTORIADIS, Cornelius (1922 - 1997)

75 PEIRCE, Charles Sanders (1839 - 1914)

75 SARTRE, Jean-Paul Charles Azmard (1905 —1980)

75 SOREL, Georges Eugène - (1847 –1922)

75 KORSCH, Karl. [1886-1961]

75 ENGELS, Friedrich - (1820 - 1895)

75 MARX, Karl [1818, 1883)

76 JUNG, Carl Gustav (1875 -1961)

76 RORTY, Richard: (1931 - 2007)

76 VICO, Giambattista (1668 - 1744)

77 FREGE, Friedrich Ludwig Gottlob: (1848 - 1925)

77 PARSONS, Talcott Edgar Frederick (1902 - 1979)

78 BACHELARD, Gaston (1884 - 1962)

78 DILTHEY, Wilhelm (1833 —1911)

78 HORKHEIMER, Max (1895 – 1973)

78 RUGE, Arnold (1802-1880):

79 HUSSERL Edmund Gustav Albrecht  (1859 —1938)

79 SCHELLING, Friedrich Wilhelm Josef. [1775-1854]

80 LACAN,  Jacques-Marie Émile (1901 - 1981)

80 KANT, Immanuel - (1724 —1804)

82 FREYER, Hans (1887 - 1969)

82 HAMANN, Richard Henry: (1879–1961)

82 BERGSON, Henri-Louis (Paris, 1859 —1941

83 FREUD, SIGMUND (1856 —1939)

84 PIAGET, Jean. (1896  -1980)

84 SWEDENBORG, Emanuel  (1688 – 1772)

85 SCHOLEM, Gerschom: (1897 – 1982)

86 DAVIDSON, Donald Herbert (1917 – 2003)

86 JAKOBSON, Roman Osipovich: (1896 - 1982)

86 JASPERS, Karl Theodor: (1883 - 1969)

87 CREUZER – Georg Friedrich (1771 - 1858)

87 HEIDEGGER, Martin [1889 – 1976]

88 DUMÉZIL, GEORGES (1898—1986)

89 LÉVINAS, Emmanuel: (1906 —1995)

91 HOBES, Thomas (1588 – 1679)

92 POPPER, Karl R. (1902 —1994)

96 BLANCHOT, MAURICE (1907 -- 2003)

97 SCHMITT, Carl - (1888 —1985)

100 LÉVI-STRAUSS, Claude (Bruxelas, 28 de novembro de 1908...)

102 GADAMER, Hans Georg. [1900 – 2002]
...
 

A tabela ainda está sendo testada. Já passamos da fase de laboratório, com ratos e homens (Of mice and men).  Aos poucos, alguns escritores serão substituídos por filósofos com pedigree, antes que alguém entre com recurso. Por razões estéticas, seria bom dispormos de uma tabela que exibisse pelo menos um filósofo para cada idade. E quem souber de um pensador, tipo James Dean, que tenha vivido rápido e morrido cedo, favor enviar comentário.
 
=====
 
Só uma notícia sobre a fase atual deste filósofo-siriema: nunca filosofou tanto, mas agora é de graça e sem platéia presencial... Se ele sente falta da sala de aula? Sim, demais. E gostaria de estar escrevendo isso aqui em um grande quadro negro, com giz e graça.
 
Hasta la vista, babe!

 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

PARTIDOS SÃO COMO EMPRESAS

Vamos atualizar um pérfido perfil e defender, por meio de rápidas ilustrações, uma tese.

A tese: partidos e empresas se parecem. Neste regime de democracia formal financiada pelo capital, os partidos políticos se equivalem a empresas. Quem são os clientes? Os eleitores ou os investidores, rentistas, golpistas? Não sei responder (sem refletir) e nem devemos levar muito longe nenhuma analogia.


Por  enquanto, um traço comum: empresas e partidos iludem a população eleitora & consumidora, pois atendimento ao lesado é uma balela. Bullshit.

SAC é parte do esquema para tornar menos agressiva a imagem do capitalista explorador. Public relations, engodo.

Não podemos morder a isca; o que nos define é o trabalho e não o consumo. PROCON é desvio de rota na organização das classes trabalhadoras.

Anyway, mais como teste que por convicção, eu já tentei me comunicar com empresas e políticos. Aí vai o resultado:

1) Uma loja do supermercado Carrefour, em Uberlândia, pouco depois da inauguração, respondeu de fato minha carta. Assunto era: sugestão de instalação de um semáforo na avenida, para maior segurança dos pedestres/consumidores (e curiosos que iam ver lagosta no gelo). Ok. Funcionou. Simpáticos.
Carrefour é cruzamento
(mas em France tem disso: todas + outras)

2) Uma fábrica de cervejas não respondeu minha carta. Eu queria contribuir de graça para evitar uma simbologia ambígua e evitar cortes nas mãos de bebedores de cervejas (eu, inclusive). A seta curva impressa na tampa da garrafa sugere que se possa abrir o recipiente de vidro sem chave, com um giro feito com a mão. As garrafas long neck dispensam abridores, embora demandem, às vezes, a barra da camisa - mas os litrões não podem ser abertos com tanta facilidade. Enfim, nem todas. Negativo. O SAC da Ambev nunca respondeu minha carta. Tudo bem, continuo a tomar minhas bramas de milho, geralmente de latas vermelhas (tsss!...), para a dieta de manutenção, entre uma Weizen do Jairo e uma Ipa do Ita.
Redondamente enganado pela ambiguidade

3) Um fabricante de carros franceses teve a gentileza de responder minha carta. Eu reclamava de um comercial em que um motorista abandona seu carro velho de marca qualquer, ao pegar carona em um veículo novo da marca do anúncio (já me esqueci qual das três marcas). Problema: ao final da peça publicitária, ao fundo, o carro abandonado é destruído pelo fogo. Como assim? Queimar o carro velho e o pasto e a floresta?! A empresa jogou para o setor de marketing, sob uma suposta liberdade de criação e expressão, etc. Ok. Resposta meia boca...

Não se pode queimar, literalmente, o estoque

4) Uma loja da rede Extra, logo após inauguração em Uberlândia, não respondeu nenhuma de minhas três mensagens: a) por favor, vendam farinha de mandioca de nossa região, do jeito que apreciamos; b) por favor, vendam cachaça de verdade, do jeito que mineiro faz no Norte de Minas; c) por favor, deixem-me levar um caixote vazio de bacalhau, que vai servir de mesa ou estante muito style, etc. Negativo, negativo, negativo. Antipatia.

5) Escrevi cartas a quatro senadores brasileiros. Conforme já registrei aqui, em blog de 30 de abril deste 16, só uma secretária (ou máquina) do Sr. Perrela acusou recebimento, quando o assunto urgente era o código florestal. Agora, na última tentativa, apelei com a maior diplomacia ao Senador Cristovam Buarque, para que votasse contra o impeachment de Dilma. Não respondeu minha carta, mas deu de ombros e sujou as mãos e a ficha: vai para a gaveta dos golpistas. (E Buarque já lamenta que algumas crianças poderão ficar sem escola, com os cortes anunciados pelo Impostor Michel Treme. Umas 600.000 mil crianças sem escolinha. Alguns milhões de brasileiros sem comida, outros milhões sem bolsa de pesquisa, aposentados apreensivos, etc. Ora! Pois que saia fora dessa farsa! Que lute contra a destruição do país!)


O que mais? Ah! claro: na sociedade do espetáculo, as eleições norte-americanas e a operação morosa da PF aqui são reality shows. Mas isso é outra tese. E isso cansa.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Leonardo Boff e as utopias mínimas

Leonardo Boff esteve na Universidade Federal de Uberlândia anteontem. O cartaz da nossa seção sindical, ADUFU, convidava para uma palestra sobre "Utopias libertárias", mas em alguma outra mensagem aparecia "utopia literárias". Não foi bem um erro, nem equívoco; é que o corajoso teólogo vinha de um evento de escritores na vizinha cidade de Araxá.

Parabéns a meus colegas do sindicato de professores!
(A ADUFU em seu papel de resistência democrática)


O auditório estava lotado. Ao procurar um lugar livre para ficar sentado no chão e ouvir a voz crítica do orador, passei perto dos bastidores, sem intenção de tietagem. A gentil e eficiente secretária de nossa entidade classista, Marluce, chamou-me e apresentou-me ao palestrante. Ficamos por ali alguns minutos conversando, enquanto a mesa se organizava.

Leonardo Boff, ao ouvir meu nome, brincou em termos mais ou menos assim (havia um pouco de barulho no ambiente): "Bento, Papa Bento XVI... Esse aí, quando ainda era o cardeal Joseph Tazinger, me fez sentar na cadeirinha..." Referia-se ao castigo sofrido por ele, sob o poder da burocracia conservadora do Vaticano. E essa é uma parte de sua biografia bem lembrada também por quem o apresentou à plateia.

Leonardo Boff também soube um pouco mais de minha formação filosófica. E quis saber por onde anda Ernildo Stein, que ele conhece como autor de importantes estudos e traduções da obra de Heidegger. Confirmei e atualizei alguma coisa. E também me referi a meu primeiro ano de teologia na PUC de Campinas, com uma turma da pesada, em 1978, os teólogos progressistas. Eu dizia um nome, ele acrescentava outro: Gorgulho, Euclides Balancin, João Nogueira e outros.

Este é um clássico do "Primeiro Leonardo Boff",
um livro denso e bem fuundamentado de teologia sistemática... progressista.


A conferência - muito boa e muito aplaudida - elencou três ou quatro grandes utopias que fizeram água (e sujaram a água do planeta) ou estão em descrédito, com o prazo de validade derrancado: o racionalismo, o socialismo autoritário de Estado, o pensamento único, o capitalismo sacana e concentrador, etc. Não acabou a era da utopia (e nem das ideologias - que ele prestigiou sem dizer em alemão "visão de mundo"); devemos continuar a lutar pelas pequenas utopias, utopias mínimas, tipo um prato de comida, uma luz acesa na sala... O tom foi de encorajamento para a luta que nos espera nesse momento escuro e triste da história do Brasil: para fora da história, para trás; barbárie.

Leonardo Boff tem sobre uma plateia de jovens, sobretudo, o efeito que Frei Beto também já provocou em 1981, em congresso de educadores, BH: o arrepio. Eles incluem Deus em sua conferência. Há uma prédica, uma admoestação clara e corajosa, etc.

O último etc. significa que o conteúdo dessa conferência pode ser recuperado em algum vídeo no site de nosso sindicato (Adufu) e que há vários livros de Boff e sua coluna no JB, Jornal do Brasil, traz seu posicionamento político (de esquerda, claro e firme).



Fico liberado para voltar ao tema do reencontro de duas feras: Stein e Boff. Nem um nem outro sabe bem dessa conciliação que vou apresentar aqui. Aguardei 25 anos para poder dizer quem é o cara e quem é... "o cara do cara".

Primeiro: o Prof. Dr. Ernildo Stein foi meu orientador no mestrado e na primeira fase do doutorado. Uma das mais brilhantes mentes que já vimos por aqui, nosso orgulho em grandes debates, quando costumava por no bolso figurões do porte de um Loparic, por exemplo, ou do triste Giannotti. Stein era para mim e tantos outros orientandos o mestre genial, o escritor compulsivo, o grande pai, até. E quem ele poderia admirar?

Pois bem. Em 1991, foi organizado um evento em Porto Alegre para comemorar os 90 anos da Editora Vozes. Dois oradores expuseram em formato acadêmico seus conceitos de "justiça", um político apresentou o que o governo estava a fazer de prático, supostos avanços. O quarto orador, Leonardo Boff, eterno franciscano, declarou com toda a convicção que o acompanha: A ressurreição é uma exigência necessária da justiça; só haverá justiça para os pobres e os que morrem sem chance de defesa e de preservação de sua dignidade quando ressuscitarem com Cristo. Tem que haver ressurreição, senão não haverá justiça...

Gente, foi um silêncio daqueles. Auditório impactado. Olho para o professor Stein, que tomava notas em seu bloquinho. Nesse ponto da fala de Leonardo Boff, ele parou de anotar e sacudiu a cabeça, pensativo, em gesto de aprovação.

Ernildo Stein era e é o cara. Leonardo Boff era o cara do cara...

Agora vamos ler o mais recente livro de nosso visitante ao cerrado:

um Franciscano militante da esperança, na boa companha de dois prezadíssimos "Chicos"


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

NO GRITO, NÃO!

Independência E vida!

Independência  E chuva!

Que voltem os bons tempos, quando em sete de setembro caía um toró para refrescar os estudantes cansados daquele desfile, aquelas marchas.

Dia do Brasil de todos e para todos, festa civil de liberdade e direitos.

Contra os impostores,
contra os golpistas,
contra os entreguistas.

Com saudades do Henfil, da Graúna, do Bode Orellana...

Para colorir
(e não permitamos que aquela senadora gaúcha e outros golpistas
roubem os potinhos de guache verde e amarelo, etc.)

Imagem da net (em respeito ao quadro de Pedro Américo)